1) Admitimos que éramos impotentes perante o álcool -- que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
2) Viemos acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
3) Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus na forma em que O concebíamos.
4) Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
5) Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano a natureza exata de nossas falhas.
6) Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
7) Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
8) Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
9) Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.
10) Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
11) Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade.
12) Tendo experimentado um despertar espiritual,
graças a estes passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos
e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.
(Do livro "Alcoólicos Anônimos", com licença do Alcoholics Anonymous World Services, Inc., New York, 1976.)