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Tratamento de Dependentes Químicos Portugueses no Brasil

Durante os últimos vinte anos, Vila Serena no Brasil tem recebido diversos clientes de Portugal para o tratamento de sua dependência química. Isto por diversos motivos:

  • O custo do tratamento, considerando o transporte, é menor em Vila Serena no Brasil do que um tratamento similar em Portugal.
  • No Brasil as normas governamentais não exigem que centros de tratamento sejam equipados como hospitais, e não são.
  • Enquanto Portugal tem uma cultura mais solene e reservada, o Brasil é um país ebuliente e extravagante. Essa diferença pode ajudar o dependente a se abrir, expor, arriscar a ser mais vulnerável durante o processo terapêutico.
  • Comparado com o Brasil, Portugal é um país pequeno, e pode ser mais conveniente ao dependente sair do país para se isolar temporariamente do contatos com familiares e a sociedade em geral
  • O tratamento no Brasil também preserva o anonimato, pois uma viagem será automaticamente considerada como férias.
  • O tratamento pode ser acoplado com turismo, incluindo visitas às praias e participação no Carnaval. O processo de recuperação visa a habilidade de aprender a participar em atividades de lazer sem utilizar substâncias psicoativas.

Contato 24 horas em Portugal: Manuel Fernando 96 656-0019

Treinamento em Empresas

Os programas de tratamento de dependência química que apresentam melhores resultados são aqueles desenvolvidos no ambiente das próprias empresas, que se comprometem a implantá-los e a fazê-los funcionar. Simplesmente considerar o tratamento de dependência química como um benefício para quem quiser dele usufruir, não é suficiente, uma vez que a negação, sendo uma característica da doença, freqüentemente impede que alguém, espontaneamente, procure ajuda para tratar-se.

Os elementos básicos de um programa que funcione no âmbito da empresa são a formação de um grupo multidisciplinar, uma política bem elaborada, treinamento da chefia e divulgação do programa. O mais importante, porém, é formar um grupo de tratamento primário, de ajuda-mútua dentro da empresa, no local de trabalho e que funcione durante o expediente.

Este é o primeiro recurso de tratamento que,além de ser de baixo custo, é o mais eficaz. Se um participante não consegue abstinência no grupo da empresa, a internação numa clínica especializada pode ser considerada.

Vila Serena tem orientado a formação ou coordenado diretamente esses grupos, com sucesso, em diversas empresas nos últimos vinte anos, com 60% a 80% de recuperação, definida aqui, além da abstinência propriamente dita, como um melhor desempenho profissional aliado a um melhor equilíbrio emocional, na vida pessoal e familiar.. A razão para isto é óbvia. A recuperação requer uma mudança de estilo de vida e, com o peso da empresa influenciando todo o processo, temos os diversos setores da vida da pessoa afetados pelo tratamento: social, profissional, financeiro e familiar.

Temos um profissional dedicado e competente para desenvolver programas na empresa que está à disposição para ajudar a planejar e a implantar um programa.

Clicar aqui para entrar em contato conosco.

Tabagismo

A dependência de nicotina é uma das mais difíceis de serem tratadas. Vila Serena São Paulo tem conseguido algum sucesso, em circunstâncias específicas, no contexto do local de trabalho:

  • Tem que haver uma pressão da empresa, por exemplo, proibir fumar no local de trabalho ou ter um prazo para parar de fumar como condição para continuar no trabalho.
  • São formados pequenos grupos fechados de pessoas altamente motivadas que se reúnem semanalmente durante três meses.
  • Profissionais especialmente treinados conduzem esses grupos.
  • Considerando que somente 30% dos participantes vão conseguir parar de fumar em qualquer grupo, é necessário começar um outro grupo fechado a cada três meses.

Com essa metodologia, uma empresa consegue reduzir em 80% o número de fumantes dentro de um prazo razoável.

Vivência para Profissionais

A metodologia do tratamento de dependência química pressupõe que nós não temos uma solução exata para cada caso. (Para ler mais sobre a metodologia, clique aqui. ) Criamos um clima num contexto grupal com outros dependentes no qual o paciente tem a máxima probabilidade de descobrir uma perspectiva de vida mais equilibrada, perspectiva esta que não necessita da utilização de substâncias psicoativas.

A postura do profissional que coordena esses grupos é de remar no mesmo barco junto com os pacientes, corrigindo o rumo com sua própria experiência, atuando no mesmo nível de comprometimento de mudança pessoal.

A melhor maneira para preparar-se para esse papel de coordenador de um grupo de recuperação tem sido passar por um processo de tratamento. Desde que nós utilizamos os Doze Passos ( Clicar aqui para ver os Doze Passos.), descobrimos que pequenos grupos de profissionais, não dependentes de drogas psicoativas, reunindo-se por dois ou três dias consecutivos, focalizando num aspecto difícil de sua vida, conseguem uma situação suficientemente similar ao processo pelo qual o dependente de alcóol e outras drogas passa. Isto permite que estes profissionais, agora com esta nova vivência pessoal, compartilhem suas experiências no mesmo nível dos dependentes químicos.

Chamamos esse treinamento de vivência. O Primeiro Passo de Alcoólicos ou Narcóticos Anônimos diz que "Admitimos que éramos impotentes perante o álcool e outras drogas -- que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas." Os profissionais substituem "álcool e outras drogas" por outra compulsão, relacionamento difícil ou algum aspecto da vida com o qual está insatisfeito e aplica os Passos num contexto grupal com outras pessoas com o mesmo intuito. O programa consta de palestras, filmes especializados, grupos e dinâmicas.

Para informações sobre a próxima vivência, favor entre em contato conosco. Clicar aqui para acessar telefones, fax e e-mail.

Participantes da vivência de outubro de 2002, que incluiu profissionais das empresas Sabesp, Cosampa, Visteon e Petrobrás:

Participantes da vivência de outubro de 2002

Participantes da vivência de março de 2002, que incluiu profissionais das empresas Atlas Schindler, Samarco, Avon e Caterpillar:

Participantes da vivência de março de 2002

Participantes da vivência de abril de 2005, que incluiu profissionais das empresas Sabesp, Avon, Manaus Energia e Petrobrás:

Participantes da vivência de abril de 2005

Participantes da vivência de junho de 2006, que incluiu profissionais da empresa: Eletronorte, Tucuruí, Pará:

Participantes da vivência de junho de 2006